Cinco coisas que os liberais têm de mostrar

As pessoas olham aos seus interesses (o que é normal, dada a natureza humana) e, apesar de discordarem – e bem - da acção do Estado quando este protege o grupo X, são os primeiros a gritar por protecção quando lhes convém. É essencialmente um problema de mentalidade: os portugueses preferem a segurança à liberdade, não entendendo que vão acabando por ficar sem segurança de qualidade e com cada vez menos liberdade (leia-se segurança social, económica e, quem sabe, física). Os liberais têm de mostar cinco coisas:

A chave para o sucesso da Noruega

Parece-me portanto fácil de observar que o sucesso da Noruega não passa pela sua política de forte presença do Estado na economia ou pelo seu grande estado social, mas sim pela sua responsabilidade (relativa) na gestão das contas públicas e na gestão da exploração petrolífera (têm a sorte de ter esse recurso de forma abundante) que lhe permite ter dinheiro para sustentar o Estado Social.

A inutilidade dos sindicatos segundo Fernando Pessoa

Uma vez constituído o sindicato, passam a dominar nele — parte mínima que se substitui ao todo — não os profissionais (comerciantes, industriais, ou o que quer que sejam), mais hábeis e representativos, mas os indivíduos simplesmente mais aptos e competentes para a vida sindical, isto é, para a política eleitoral dessas agremiações. Todo o sindicato é, social e profissionalmente, um mito.

Políticos com profissão, políticos profissionais e profissionais da política

"Na actividade política partidária coexistem e são especialmente relevantes estas três classes de indivíduos – Políticos com Profissão, Políticos Profissionais e Profissionais da Política