O que é o Liberalismo ?

O liberalismo é um modo de entender a natureza humana e uma proposta destinada a possibilitar que todos alcancem o mais alto nível de prosperidade de acordo com seu potencial (em razão de seus valores, actividades e conhecimentos), com o maior grau de liberdade possível, numa sociedade que reduza ao mínimo os inevitáveis conflictos sociais. … Continue reading O que é o Liberalismo ?

A catástrofe da Segurança Social

A fraude da Segurança Social actual.

Feliz Dia Da Libertação De Impostos 2018!

Celebra-se hoje em Portugal, dia 16 de Junho, O Dia da Libertação de Impostos. O Dia da Libertação de Impostos representa o dia em que em média os trabalhadores deixam de trabalhar para o estado (apenas para pagar impostos e assim cumprir as suas obrigações fiscais) e passam a trabalhar para si. Na prática, somos todos trabalhadores do estado durante quase meio ano.

Devemos privatizar o banco público

A CGD apenas trouxe custos brutais aos pagadores de impostos, sendo a sua função de “estabilidade do sistema” apenas uma bandeira para evitar a sua privatização e assim poder continuar a funcionar como um instrumento de poder político para financiamento de uma elite empresarial amiga, sem garantias e com muitos riscos. É preciso separar o Estado dos negócios. Quanto mais o Estado interfere na economia, mais clientelismo e corrupção teremos. Estas ajudas de um banco público a grandes empresas amigas nada têm que ver com livre mercado. É puro estatismo consequente da social-democracia/socialismo que reina no país. Capitalismo de compadrio nada tem que ver com livre mercado.

Portugal deve seguir as reformas económicas da Irlanda

Continuamos, apesar de importantes reformas feitas (destaco a laboral e a do turismo durante o governo de Passos Coelho, ambas com efeitos notórios), a ter impostos altos e despesa pública alta, a ter um Estado que pesa muitíssimo na economia, a ter níveis de corrupção e burocracia altos, a asfixiar fiscalmente os indivíduos e as empresas, a ser um dos países mais centralizadores da UE, etc.. Totalmente o contrário do que fazem países como a Irlanda e a Estónia, os quais fizeram importantes reformas liberais e não as reverteram. Nós insistimos na mesma fórmula que não nos tem permitido crescer. Cada vez mais vamos ficando na cauda da Europa, vendo os países de leste a ultrapassarem-nos.

Um Fascista também pode ser eleito

Há vários exemplos de líderes totalitários que chegaram ao poder eleitos, desde casos já antigos como o regime Nazi (Nacional-Socialista) na Alemanha até recentes como os ditadores socialistas na Venezuela. Portugal teve José Sócrates, um primeiro-ministro de uma democracia liberal, certo?

A Lei, segundo Bastiat

“Quando a lei e a força mantêm um homem dentro da justiça, não lhe impõem nada mais que uma simples negação. Não lhe impõem senão a abstenção de prejudicar outrem. Não violam a sua personalidade, a sua liberdade, nem a sua propriedade. Elas somente salvaguardam a personalidade, a liberdade e a propriedade dos demais. Mantêm-se na defensiva puramente e defendem a igualdade de direitos para todos.”

A correlação entre Liberdade Económica e Desenvolvimento

A Liberdade em geral e a Liberdade Económica em particular são fundamentais para o desenvolvimento e bem estar de qualquer sociedade. Além do princípio moral do respeito pela propriedade de cada um honestamente adquirida, qualquer sociedade prospera quando se estimula a produção de riqueza (a.k.a. o estado sai da frente e não cria obstáculos), e não quando o estado estimula a expropriação e distribuição da riqueza alheia.

Roubo institucionalizado

O estado não opera num mercado livre e pode sempre extorquir de forma coerciva (mas sempre legal) até 100% da propriedade dos seus cidadãos – e isto, sem ter que oferecer qualquer bem ou serviço útil como contrapartida ao contribuinte. A grande diferença está pois entre a coerção e a liberdade.

Privatizar a Televisão Pública

A RTP se competisse num mercado livre, onde não tivesse subsídios e onde não tivesse o monopólio garantido pelo Estado de certos eventos que poderiam ser colocados a concurso entre privados e assim até render muito mais dinheiro aos cofres públicos (como a Eurovisão), provavelmente já nem existia. Para existir teria de se adaptar e reinventar como fazem as centenas de canais privados. Querem existir? Tenham público, receitas comerciais e donativos suficientes para se sustentarem. Isto sim seria justo.