Há vários exemplos de líderes totalitários que chegaram ao poder eleitos, desde casos já antigos como o regime Nazi (Nacional-Socialista) na Alemanha até recentes como os ditadores socialistas na Venezuela. Portugal teve José Sócrates, um primeiro-ministro de uma democracia liberal, certo?

Vamos lá confirmar:

Controlo da economia através do conluio com grupos económicos e da infiltração de homens de confiança nos mesmos. Check. Controlo do quarto poder, os meios de comunicação, através da televisão estatal e da tentativa de aquisição dos meios privados que lhe fazem oposição. Check. Violação da separação de poderes através da protecção dos elementos dos poderes legislativo e executivo pelo poder judicial, inutilizando o Supremo Tribunal de Justiça e a Procuradoria Geral da República. Check. Captura do poder legislativo e do poder executivo por grupos económicos. Check.

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Criação de meios de comunicação a serviço do partido. Check. Utilização extensiva de propaganda através de influenciados, muitas vezes anónimos, cujo objectivo é defender o chefe. Check. Tomada do banco estatal. Check. Captura do Estado pelo partido através da colocação de homens-chave do mesmo. Check. Modelo de economia Modelo económico altamente intervencionista – keynesiano no caso – e corporativista. Check. Utilização de fundos obtidos por desvios ou subornos para financiamento da campanha do partido. Check. Culto da personalidade, manipulação exacerbada da imagem do líder e recorrência a grupos organizados recrutados para esse feito. Check. Utilização da direita neoliberal como inimigo interno e da finança internacional como inimigo externo. Check. Apoio caloroso a ditadores pelo mundo fora. Check.

Nota: não quero com isto provar que Sócrates é fascista. Mas que na prática está mais perto que muitos que assim são apelidados pelos seus companheiros, está.

Ricardo Lima

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